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Braga de/by André Soares
(edição bilingue)
Texto e Coordenação: Eduardo Pires de Oliveira
Fotografia: Libório Manuel Silva
Prefácio: Vitor Serrão
Págs: 160
ISBN: 978-989-615-194-2
1ª Edição  Maio /2014
PVP : 28,85 EUR

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André Soares foi o maior vulto do rococó português. Autodidata, desenvolveu a sua arte a partir de gravuras de Augsburgo. A sua obra é profundamente emotiva. Desenvolve-se, sobretudo, no domínio da arquitetura e da talha e está espalhada pelo norte de Portugal, de Viana do Castelo a Guimarães, Lamego e vários outros locais, tendo como centro principal a cidade de Braga. Este livro traça o seu percurso biográfico, analisa as razões por que foi convidado a fazer várias obras e estuda o seu singular percurso artístico, entre o tardobarroco e o rococó. Dá a conhecer as suas obras, com especial relevância para as localizadas na área de Braga. Obras como a capela dos Monges, no convento dos Congregados, podem contar-se entre as mais impressionantes do tardobarroco na Europa. Já o Palácio do Raio, a fachada da capela de Santa Maria Madalena da Falperra e a insólita casa de Fresco na mata do Bom Jesus do Monte são obras-primas do rococó europeu, o mesmo se podendo dizer do conjunto da talha do mosteiro de Tibães, nomeadamente a da capela-mor.
Eduardo Pires de Oliveira

 

André Soares foi o autor de algumas das obras mais emblemáticas da arquitetura da Idade Moderna portuguesa, tanto em Braga (a Igreja da Falperra, a Casa do Raio, a Casa da Câmara, o Palácio dos Biscainhos, a Capela de Nossa Senhora da Torre, a espantosa Capela dos Monges nos Congregados, etc.), como em Guimarães (a Igreja dos Santos Passos, excluídas as torres hodiernas), em Viana do Castelo (Palácio dos Malheiro Reimões), em Arcos de Valdevez (Igreja da Lapa), e em outros lugares do Minho. O desenho da sua arquitetura é assaz pessoalizado, no jogo dos volumes, dos recortes e das curvas, estas quase se diria borrominescas, sempre num apego à cenografia e à encantação do ornamento gordo, que lhe caracterizam os estilemas. Teve génio para deixar a sua marca inconfundível, também, no campo da talha retabular e na talha de equipamento litúrgico, pois a ele se deveu o ‘risco’ de obras de entalhe tão grandiosas como a que reveste o mosteiro de Tibães (altares da capela-mor, transepto e sacristia), ou a do retábulo de Nossa Senhora do Rosário da igreja de São Domingos em Viana do Castelo.
Vitor Serrão
(professor universitário; historiador de arte.
Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)

 


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